#JUSTIN ON.
O ambiente lá em baixo estava calmo, sereno, será que estava mesmo assim, ou alguém o estava a fazer ficar assim ? Eram 23 horas já dadas no relógio, aqueles relógios antigos mas que nestes tempos são muito recordados e valem o seu dinheiro, talvez por aquele som que dá em cada hora que passa, talvez o que me fascina mais. Desci as escadas, e não é que o meu instinto estava correto? - só me falta é acertar no euro-milhões. - rosas era o que havia no ultimo degrau que me faltara pisar, aí era o começo - suspeitava já eu ainda no inicio daquele "mundo" novo e irreal, que antes era a minha sala. - continuei a seguir o caminho que ali se encontrava já formado, uma espécie de tenda em forma de meia-lua era o que avistava, caminhei até lá e um corpo já se fazia reflectir lá dentro - tem de ser a Esmée,tem de ser a Esmée,tem de ser a Esmée, era somente o que pensava. - tudo isto andava a cruzar a minha mente.
#ESMÉE ON.
O derradeiro momento tinha chegado - finalmente. - os seus passos já soavam nos meus ouvidos, o meu coração não batia menos do que mil a hora. - sem exageros. - e então que ele apareceu...
#JUSTIN ON.
Ela naquele momento era o significado de P-E-R-F-E-I-Ç-Ã-O, estava simplesmente sem palavras, não havia descrição possível, o seu olhar sedutor que ela depositava sobre mim deixava-me arrepiado, mas lá no fundo eu sabia bem que o seu olhar também transmitia nervosismo, apesar de aquilo ser um jogo, [para quem já não se lembra, sim, o jogo era a conquista.] estávamos ambos a levar aquilo bem a sério, e eu próprio não sabia se conseguia resistir.
#ESMÉE ON.
Meti-me a pé com movimentos suaves, tal e qual como se fosse uma pena, tudo para o seduzir com o melhor que eu posso, eu teria de ganhar o jogo, ele terá de ceder, e se não for hoje, um dia há-de-ser, mas eu não me vou deixar levar, - por muito que queira. - NUNCA. Comecei o meu jogo por meter as minhas mãos frias no seu corpo que se encontrava quente, com isso ele estremeceu, eu mais do que ninguém sabia que era um dos seus pontos fracos, tirei-lhe a camisola, ele vezes sem conta trincava o lábio, eu sabia, eu sabia que ele também não queria ceder, mas iria acabar por o fazer. A sua camisola que lhe foi retirada enrolei na minha cintura, fazendo descer pelas minhas pernas um dos dois tecidos que tapavam o meu corpo, as cuecas. se ele quisesse a camisola, teria de ver o que lhe faria ceder, por completo, eu tinha tudo pensado, cada estratégia estava minimamente controlada. Assim, continuei com o meu projecto, tirei-lhe o cinto e enrolei-o no seu pescoço puxando-o contra mim para ambos sentirmos a nossa respiração, com os meus lábios secos levemente passei sobre os seus, e rapidamente os retirei, o que o fez lamber os seus. As suas mãos pousaram sobre o meu corpo, ele estava aos poucos a ceder, aquilo sim, era o que eu queria.
A campainha tocou, ele afastou-se, retirou-me a camisola e virou costas, talvez para se conseguir controlar. A sala estava um verdadeiro cenário romântico, fosse quem fosse iria reparar que ali se estava a passar algo muito intimo, e logo naquele momento, tinha interrompido. Ele abriu a porta, eu enrolei-me sobre uma manta e avistamos que somente uma carta estava sobre o chão, tinha sido o carteiro.
Um olhar de vencedor ele me atirou, pois não tinha cedido, mas tenho todas as certezas que só o conseguiu pelo facto da campainha ter tocado, seguiu rumo escadas a cima, e dirigiu-se para o seu quarto, enquanto eu arrumava tudo o que tinha preparado.
Ouço a campainha a tocar, era a Taylor e o Cody, ambos entraram disparados, e eu que não soubesse que ali se passava alguma coisa, segui a Taylor que foi rapidamente para o quarto dela, enquanto o Cody foi ter com o Justin.
Esmée: Taylor ? Posso entrar ? - disse batento á porta, só ouvi o choro dela, e não hesitei em entrar, pois o que ela precisava era de alguém naquele momento. - o que se passou ?!
Taylor: Apenas abraça-me !
Fiz exactamente o que me pediu...
CONTINUA...
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